DAMA MUNDANA

Era quase noite e a manifestação pelo respeito aos animais na Avenida Paulista, já havia encerrado com um saldo positivo. A população entendeu e apoiou sem restrição o movimento. As mensagens foram passadas e entendidas. E alem do mais, doações foram feitas e nenhum “bichinho” ficou sem lar.

Uma das organizadoras do evento, a ambientalista Nara Lins, era a que mais comemorava esse feito. Com seus vinte e poucos anos de idade, tinha atitudes que causavam inveja aos mais experientes na questão. “Nara a Guerreira”, era sim que seus amigos e colegas a conheciam. Um misto de admiração e orgulho, por terem nas fileiras da luta ambiental alguém de tanto valor.

Outro ponto em destaque na ambientalista era sua beleza física. Uma mulher de rosto belíssimo e de corpo que estimulava todos os desejos carnais. E Nara gostava de atiçar o tesão. Dizia que as “práticas mundanas” era o seu relaxamento físico e mental.

Se despediu da turma e se encaminhou para o Metrô, a “Guerreira” morava numa cidade da Grande São Paulo e esse tipo de transporte coletivo é o que melhor atende a toda a população por lá.

Seguia sem pressa pela “Paulista” até a estação, quando foi cumprimentada por Gerard Mafra, um jornalista e escritor que se interessou pelo tema após uma bate-papo de bar em que estavam presentes alguns militantes da causa e inclusive ela, Nara Lins.

Sempre solícita a ambientalista o cumprimentou também e foi elogiada pelo trabalho feito naquela manifestação. Ele disse que estava desde cedo acompanhando o trabalho e que inclusive adotou, na parte da manhã, um cãozinho “vira-latas” que seu filho levou para a casa deles em São Caetano.

Gerard era um homem com mais de 50 anos e “sexual”, gostava de mulheres mais novas, inteligentes e libertárias. Em contra partida Nara adorava alguém assim, que pudesse dar vasão as suas alucinações a respeito da prática.

Resolveram ir a um bar e conversar. Assim fizeram. Depois de quase duas horas de boa conversa, foram para o estúdio do jornalista, num edifício misto no centro da cidade paulistana. Chegando ao imóvel a fêmea pediu para que ele a usasse da maneira que quisesse e que não gostava de coisas de mulherzinha frágil. Imediatamente recebeu um tapa no rosto, que a fez se despir imediatamente e a encará-lo com olhar desafiador. Recebeu mais um, outro e mais outro até o rosto ficar inchado. Ajoelhou-se a mordeu o pênis de Gerard por cima da calça mesmo e foi arrastada pelos cabelos até o banheiro. Lá o escritor a ordenou que abrisse seu ziper e segurasse seu pau para ele mijar. Assim ela fez. Depois da mijada ele a mandou chupá-lo até ele ficar sem vestígios. Sem contestar, Nara cumpriu tudo.

Ela disse então que precisava urinar também e ele permitiu, mas a ordenou que sentasse na beirada do vaso, por que queria ver o jorro saindo dela. A ambientalista puxou para cima a vagina e imprimiu um jato longe, o que foi amparado pelo “tarado” que a lambia ao mesmo tempo da urinada.

Nara Lins recebeu um par de algemas e vários castigos seguidamente que a fizeram ter gozos múltiplos, ela não reclamava, apenas agradecia pela graça de estar sendo completamente utilizada. 

Gerard Mafra dessa vez a prendeu de pernas abertas e lhe introduziu na boceta um consolo de 30 centímetros, que prendeu com uma cinta para não se soltar, ao mesmo tempo que lhe fodia o anus com estocadas violentas. Porém, mesmo diante de tudo isso, a bela mulher não reclamava, apenas gritava, xingava e pedia mais!

Só parava para se recuperar de mais uma gozada e implorar ao seu “torturador” que não a deixasse. 

Mafra trocou o consolo de lugar e o introduziu no cu da “Guerreira”. Que pela primeira vez percebeu a dor nessa penetração e deixou rolar algumas lágrimas. Imediatamente a cinta entrou em ação outra vez e mantinha o objeto preso. Fez com que ela sentasse. Mesmo com a dor insuportável, ela não pediu arrego, enfrentou com a nobreza dos valentes. Quando ela pensou que ficaria apenas nisso, Gerard colocou uma luva de latex, lubrifica-a bastante e vai introduzindo a mão na vagina da tesuda, que no início fica espantada, todavia, aos poucos, vai relaxando e cedendo. Quando ela abre os olhos, nota que não só a mão havia entrado toda, como o pulso direito de seu “algoz também”. Começou a ter espasmos, como se estivesse incorporada com alguma entidade devassa, a falar em línguas estranhas e a saltar desordenadamente, parando a seguir. O jornalista então, retirou a mão de dentro de sua conquista e uma quantidade imensa de líquido explodiu em sua cara.

Aos poucos Nara Lins foi recuperando a consciência e puxou o “seu senhor” e o beijou com carinho e gratidão por tanto prazer recebido. O escritor retribuiu com fervor e colocou o seu pênis na boca da “amada”, ejaculando um litro de porra. Imediatamente colou novamente seus lábios aos dela e consumiram juntos o derradeiro gozo daquela noite.

Outros encontros surgiram e cada vez mais enlouquecedores. Hoje se amam e vivem juntos. E apesar das críticas de alguns na questão da idade que os separam, não estão nem um pouco preocupados com a turba de julgadores infelizes.

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