
NOTA DO AUTOR > O fato fictício (?) narrado a seguir, aconteceu numa cidade do interior do Estado do Rio de Janeiro. E os nomes são fictícios para preservar a identidade dos fictícios envolvidos.<
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Fernanda, moça recatada e religiosa, era o sonho maior da família que a queria como freira. Vivia da casa para a igreja e vice-versa. Sempre com sua avó, a “líder espiritual” da família, Dona Caró, que não a deixava nem por um instante. Até para ir ao banheiro a “quase” santa sofria blitz constante.
A futura noviça não tinha sossego. Ver televisão, só se fosse as católicas; músicas, só de louvor; conversa com homens, só se fosse com João (pai), o irmão, Pedro e o padre Ambrósio.
Todos os dias deveria se confessar, uma forma e eliminar qualquer pecado. O padre ficava de plantão esperando o que ouviria dessa vez da “pobre” moça. Pois a Fernanda só falava “abobrinhas” e isso se transformou num tédio tremendo para o “pastor”, porque diante de tanta inocência, não imaginava nem uma penitência para jovem pagar.
Entretanto, nada é tão bom que não possa esculhambar. E num belo dia…ah, naquele dia, o inferno mandou recado!
Dona Caró havia saído com mãe da “santa”, e ela ficou dormindo só em casa. Lá pelas 8 horas acordou, foi ao banheiro, tomou banho e não se vestiu logo, ficou se olhado no espelho e resolveu acariciar os seios e sentiu os bicos dos mamilos ficarem rígidos, os tocou, apertou e percebeu a vagina ficar quente, úmida e formigando Passou os dedos acidentalmente no clitóris e logo recebeu um tremendo choque que lhe arrepiou todos os pelos do corpo. Continuou a tocá-lo, esfregá-lo, apertá-lo e em seguida um estremecimento, acompanhado de espasmos, tomou conta daquele corpo imaculado. Sentiu um jorro sair de si, como se estivesse urinando e depois de alguns segundos conseguiu abrir os olhos.
Após isso o pânico tomou conta de si e começou a acreditar que fosse a maior personificação de Satanás na Terra. Entrou debaixo do chuveiro e começou a se esfregar, a rezar, como se estivesse enlouquecido. Fez todas as orações para todos os santos e só assim se acalmou. Todavia, teve a certeza de que algo havia ficado diferente. O olhar mais firme e o interior mais forte.
Ligou a TV e escolheu outro canal que não fosse aqueles determinados pela “vozinha”. Mulheres seminuas fazendo propaganda de tudo, homens da mesma forma, filmes, praia, sedução… Ela estava estasiada com aquela as coisas que lhe haviam privado.
Olhou para suas “calçolas” e se sentiu ridícula, vestidões grossos e forrados, cabelos sem tratamento, axilas cabeludas, e o mesmo nas partes (por enquanto) pudicas. Experimentou uma cueca do irmão e viu que até aquela peça era bem menor do que ela vestia.
A primeira mudança foi pegar a tesoura e cortar os pelos das axilas e depois, com a ajuda de um barbeador, raspou-os. Aproveitou e cortou bem rente aos pentelhos e assim pode ver como era a própria bocetinha.
Ao guardar a cueca do irmão, percebeu algumas revistas no fundo da gaveta e um DVD. Sentou na cama e começou a folheá-las e se deparou com algo que nem imaginava. As fotos eram de sexo, com várias posições. O que mais lhe chamou atenção foi os pênis que ali estavam expostos. De todas as etnias, diâmetros e tamanhos. Nanda, como gostava que também lhe chamassem, começou a ficar de novo excitada, mas agora sem o peso na consciência. Pegou o “disco” e colocou no aparelho da sala e como se estivesse incorporado um entidade da luxúria, começou a pronunciar palavras sem entendimento e danou a gozar várias vezes, enchendo o chão da sala com o que expelia. E quando se sentiu enfraquecida de tantos orgasmos, guardou tudo onde estava, limpou o chão e foi para o seu quarto e adormeceu.
Uma hora depois sentiu um movimento de gente na sala e abriu a porta. Sua mãe e sua avó haviam chegado. Quando a avó viu como ela (não) estava vestida, quase caiu para trás. A “freira” se esqueceu de colocar a roupa e isso causou um rebuliço desgraçado. A mãe, pobre dominada, não sabia o que fazer. Se mandava a filha se vestir ou aparava a velha, que ameaçou um desmaio. Nanda sentiu um misto de sadismo e ao mesmo tempo de pena. Retornou para o quarto e bateu a porta.
Minutos depois Dona Caró esmurrava a porta, exigindo que neta se vestisse como um “escolhida pelo céu” e acompanhasse até Padre Ambrósio. Chegando à igreja seguiu para o confessionário e começou a contar ao padre tudo que havia acontecido. Para a surpresa o padre disse que isso era normal numa moça. Que agora, ela, estava agindo como humana de fato e que iria passar apenas Dez “Pai Nossos”, dez “Ave Marias e dez “Salve Rainhas” e disse para ela vir contar imediatamente tudo que viesse a acontecer. Chamou Dona Caró “num” particular e determinou que ela deixasse a moça agir como alguém daquela idade e não transformá-la numa antiquada. Deixá-la a usar roupas de jovens e não aquilo que ela obrigava a Fernada usar. Aproveitou e passou uma penitência à “carola”. Vinte vezes mais as orações que determinou para a neta e que fossem feitas de joelhos sobre o feijão. Assim a velha seria perdoada.
Novas roupas foram providenciadas, Nanda se depilou e ao passar dos dias, mais tarada ficava. A cada descoberta ia até a Ambrósio contar. Numa dessas percebeu o padre ofegante. E perguntou se ele estava bem e recebeu a seguinte resposta: “Sim…minha fi…lhaaaaaaaaaaaa! Dessa vez não teve nenhuma pena a ser paga.
Depois de tantas outras visitas ao confessionário ela foi convidada a conversar com o padre na sacristia, pois estava muito calor naquele tarde. Dessa vez Fernanda disse que na madrugada anterior observou o irmão e o primo, “fazendo saliências”. Levou um susto, todavia, não conseguia parar de espiar e o resultado é que se “tocou” outra vez. Notou Ambrósio suar e um volume por baixo da batina se acentuar, aí foi ela quem suou e danou a sentir o tal formigamento. O padre experiente na arte da sedução, essa não era a primeira, a ordenou que sentasse ao seu lado, no que foi atendido prontamente. Levantou as vestes e deixou a mostra um caralho que mais parecia um garrafa média de refrigerante. Pegou a mão da agora mais ou menos noviça e a depositou sobre o “maldito”. Orientou a ela que brincasse com ele e fizesse movimentos de “sobe e desce”, e explicou que nome daquela prática era punheta ou bronha. Os olhos da moça lacrimejavam, acompanhados de respiradas intensas. Agora ele queria que ela beijasse o mastro e chupasse. E a ensinou como fazer. Depois de minutos soltou na boca da jovem toda a “porra do mundo” e mandou que ela engolisse, pois aquilo serviria para purificá-la. Foram vários dias e tantas repetições.
Numa tardinha, quase noite, padre Ambrósio liga para casa da moça e pede a avó que mandasse ela imediatamente ao encontro dele. Segundo o sacana, havia chegado novas orientações de Roma e gostaria de passar isso a “freirinha”. Dona Caró determinou a ida dela imediatamente para ver o padre. Nandinha então, partiu cheia de tesão. Ao entrar no templo foi levada pelo “salvador de almas” à casa paroquial. Foi agarrada e beijada, teve sua roupa tirada e jogada no chão, foi pega pelos cabelos e recebeu a pica do vigário toda na goela. Foi mamada de todas as formas e em seguida, teve as pernas arreganhadas e observou o padre “vestindo o moleque” com um preservativo e mais outro. Nada poderia sair errado. Ambrósio esfregou a cabeça do pau no grelo da aluna e foi metendo até entrar tudo e tomado por fúria compulsiva e só parou quando gozou aos montes, pois a parceira estava com os olhos virados de tantas gozadas que também dera.
Despediram-se e foi orientada a comparecer para mais uma aula depois da missa de domingo. Ela receberia orientação de uma freira que chegaria para o culto e que ficaria mais dias na cidade..
Hora da missa e como sempre a moça ficava numa das primeiras filas. Ao lado dela estavam outras jovens. Fernanda pode perceber a freira convidada de nome Letícia, uma mulher bonita e que tinha um sorriso fácil e encantador.
Após o final da solenidade religiosa, todos foram saindo aos poucos e Nanda ficando para trás. Se despediu da avó e dos pais e do irmão. Alegou que estudaria um pouco e depois iria para casa, no que concordou o vigário. Dirigiu-se outra vez para a casa paroquial e lá foi ordenada a ficar nua. De repente viu entrar a religiosa sem nenhuma roupa a lhe cobrir. Não pode deixar de admirar aquela mulher. E a curiosidade se apossou e deixou-lhe imaginando a possibilidade de experimentar uma “xota” também.
Mas ela seria a comida e não a comedora. E dessa maneira aconteceu. Ambos os religiosos partiram para o ataque e não deixaram nada sem ser aproveitado. A cada esguichada de gozo da moça, o apatite aumentava e ela, apesar do cansaço, também não queria parar.
Foi chupada pela freira, lambeu o grelo da “amiga” que era realmente grande e gostoso” e foi penetrada em dupla, pelo pau do padre e pelo super brinquedo de silicone da Irmã Letícia.
Levaram Nanda ao banheiro e ambos lhe deram um belo banho. Depois a perfumaram com óleos. Ela estava sendo preparada para o “grande evento”.
Vestiram-na de branco e a colocaram de costas na cama, com um suporte no abdome, onde sua bunda ficasse para o alto. Letícia começou a lamber seu cuzinho e a cada linguada, Fernanda saltava de tesão. Recebeu um dedo…dois…três… Aí começou a sentir uma pressão maior, era o cacete do vigário abrindo caminho. Doía, mas queria mais. Implorava, pedia tudo. As pregas foram rompendo uma a uma, até que todas arrebentaram. Ela começou a senti algo socar nos nos seus intestinos e xingou o padre: “Não pare seu filho da puta”! Pediu a Letícia que lhe desse a boceta pra chupar, que atendeu imediatamente.
Chegaram ao clímax e ao limite, determinado o fim da “aula”. Nisso o telefone da moça toca, era a a avó convidando todos para o almoço e não aceitaria não aceitaria recusas. E foram todos ao banquete. Sentaram-se à mesa, fizeram a tradicional oração e começaram a comer. Nanda comentou que Irmã Letícia ficaria na cidade até quarta-feira e perguntou aos pais e a Dona Caró se haveria algum problema dela ficar como hóspede deles. Aceitaram de pronto, mas Letícia fazendo charme disse que não queria incomodar. Entretanto, a “cadelinha” imediatamente disse que não aceitaria “um não” como resposta e que a freira, poderia dividir o quarto com ela. Claro se não houvesse problema. Diante de “exigência” tão inquestionável, foi aceito o convite pela religiosa. E ambas dormiram na mesma cama, ou melhor, pouco dormiram.
Hoje Fernanda, Nanda ou Nandinha, como preferem chamá-la, desistiu da vida religiosa. Porém, continua com o sexo até os fios dos cabelos. Trabalha numa grande empresa de São Paulo, é formada e divide seu corpo com ela, ele, ambos, todos… Sem nenhum preconceito.
Por: Guará Matos


